• 28th May
    2012
  • 28
  • 17th May
    2012
  • 17
Quem ele pensa que é pra entrar em mim daquela forma? Quem ele pensa que é pra mim?
Quem eu penso que ele é pra deixar ele entrar em mim daquela forma? Quem eu deixo ele ser pra mim?

Quem ele pensa que é pra entrar em mim daquela forma? Quem ele pensa que é pra mim?

Quem eu penso que ele é pra deixar ele entrar em mim daquela forma? Quem eu deixo ele ser pra mim?

  • 26th April
    2012
  • 26
  • 21st April
    2012
  • 21
Someone I loved once gave me a box full of darkness.
It took me years to understand that this, too, was a gift.
 
 
 
De alguma forma minha tristeza é minha zona de conforto. É onde me sinto eu mesma. É o estado de espírito em que eu me reconheço em totalidade, que me sinto a vontade. Como é possível se acostumar com o que não faz bem? É possível quando a luta por algo “melhor” é muito mais dolorosa.
Exatamente! Covarde, egoísta. Eu sou fraca mesmo. Perdi a ambição de ter esperanças, de pensar positivo, de ver as coisas pelo lado bom. Toda essa utopia para tentar mascarar a minha verdade. Não resisto mais. Simplesmente me deixo levar. Sem forças ou mesmo vontade pra sair daqui.
Não sei o quão bizarro isso pode parecer, mas é no sofrimento que eu me sinto a vontade. E hoje…eu estou em casa. 

Someone I loved once gave me a box full of darkness.

It took me years to understand that this, too, was a gift.

 

 

 

De alguma forma minha tristeza é minha zona de conforto. É onde me sinto eu mesma. É o estado de espírito em que eu me reconheço em totalidade, que me sinto a vontade. Como é possível se acostumar com o que não faz bem? É possível quando a luta por algo “melhor” é muito mais dolorosa.

Exatamente! Covarde, egoísta. Eu sou fraca mesmo. Perdi a ambição de ter esperanças, de pensar positivo, de ver as coisas pelo lado bom. Toda essa utopia para tentar mascarar a minha verdade. Não resisto mais. Simplesmente me deixo levar. Sem forças ou mesmo vontade pra sair daqui.

Não sei o quão bizarro isso pode parecer, mas é no sofrimento que eu me sinto a vontade. E hoje…eu estou em casa. 

  • 25th March
    2012
  • 25
  • 19th March
    2012
  • 19
  • 21st February
    2012
  • 21
Carnaval. Todo mundo vestindo suas fantasias, pondo sua mascaras, exagerando em viver. É a época do ano em que todo mundo faz o que eu faço o ano inteiro, a vida toda.
Se vestir de quem gostaríamos que fossemos. Ficarmos mais bonitos, mais enfeitados daquela forma exagerada que só é socialmente aceitável em dias de festa assim.
Na frente das mascaras não existem nem tristezas, nem confusão, nem fealdade. Afinal quem iria querer ser assim? Quem vai querer ser real quando essa veracidade incomoda tanto? Não obrigada. A minha verdade é desagradável aos olhos do próximo…rs, o próximo. Do que adianta eu culpar o mundo se nem eu mesma consigo me absolver. Franqueza, hipocrisia? Vai saber… Sempre muito mais fácil acusar o externo para não ter o trabalho de reparar o que está errado por dentro.

O carnaval acabou, mas eu fatalmente vou continuar usando minhas mascaras. Caso contrario, a festa termina pra mim também.

Carnaval. Todo mundo vestindo suas fantasias, pondo sua mascaras, exagerando em viver. É a época do ano em que todo mundo faz o que eu faço o ano inteiro, a vida toda.

Se vestir de quem gostaríamos que fossemos. Ficarmos mais bonitos, mais enfeitados daquela forma exagerada que só é socialmente aceitável em dias de festa assim.

Na frente das mascaras não existem nem tristezas, nem confusão, nem fealdade. Afinal quem iria querer ser assim? Quem vai querer ser real quando essa veracidade incomoda tanto? Não obrigada. A minha verdade é desagradável aos olhos do próximo…rs, o próximo. Do que adianta eu culpar o mundo se nem eu mesma consigo me absolver. Franqueza, hipocrisia? Vai saber… Sempre muito mais fácil acusar o externo para não ter o trabalho de reparar o que está errado por dentro.

O carnaval acabou, mas eu fatalmente vou continuar usando minhas mascaras. Caso contrario, a festa termina pra mim também.

  • 21st January
    2012
  • 21
Encaro uma rejeição da mesma forma que uma criança quando recebe um não dos pais. Fico com raiva, cruzo os braços, pato o pé, faço cara feia e não falta muito pra me jogar no chão em pirraça.
Rejeições atacam em cheio no meu ponto fraco. O que? meu coração..não, claro que não! Este eu aprendi a domar num passado distante. Rejeição é como um tapa na cara do ego. Não dói tanto quanto um coração partido, mas fere o orgulho o que pra mim é muito mais doloroso. No meu coração as pessoas são substituídas com uma facilidade, que apesar da freqüência, sempre me surpreende. Basta eu deixar a porta aberta e qualquer um entra e consegue o que quiser de mim. Assim como basta eu me distrair e olhar pro lado pra nem lembrar mais quem estava lá dentro. Entram e saem pelo mesmo motivo: nenhum. Meus amores são como os de Vinícius “infinitos enquanto duram”.
Nunca fui fiel a ninguém além de mim mesma. Sempre pus minha felicidade na frente de qualquer mágoa que eu pudesse causar a terceiros. Embora seja assim, não me acho uma mulher infiel…pelo contrario! No meu caso eu penso que o me caracterizaria melhor seria egoísta. Fidelidade pra mim é cuidar. Isso eu sempre fiz. No entanto antes de ser fiel a qualquer pessoa, sou fiel a mim aos meus desejos. Nessa momento entra o meu egoísmo. Enfim…prefiro não me expressar em relação a isso. Nunca consigo me fazer entender. O tema deste post era qual mesmo? *lendo o inicio do texto* Ah, claro! rejeição.
Bom…sou filha única. Mimada desde a infância. Acostumada a ter tudo do meu jeito e no meu tempo. Ainda me é adversa a idéia de que a vida não é assim o tempo inteiro e que o mundo não gira ao meu redor (como meus pais me faziam sentir). Sou a típica criança mimada escondida no corpo de uma mulher arrogante.
Meu ego é infinitamente mais complexo que meu coração. As feridas deixadas nele só podem ser curadas por aqueles que as causaram.

Encaro uma rejeição da mesma forma que uma criança quando recebe um não dos pais. Fico com raiva, cruzo os braços, pato o pé, faço cara feia e não falta muito pra me jogar no chão em pirraça.

Rejeições atacam em cheio no meu ponto fraco. O que? meu coração..não, claro que não! Este eu aprendi a domar num passado distante. Rejeição é como um tapa na cara do ego. Não dói tanto quanto um coração partido, mas fere o orgulho o que pra mim é muito mais doloroso. No meu coração as pessoas são substituídas com uma facilidade, que apesar da freqüência, sempre me surpreende. Basta eu deixar a porta aberta e qualquer um entra e consegue o que quiser de mim. Assim como basta eu me distrair e olhar pro lado pra nem lembrar mais quem estava lá dentro. Entram e saem pelo mesmo motivo: nenhum. Meus amores são como os de Vinícius “infinitos enquanto duram”.

Nunca fui fiel a ninguém além de mim mesma. Sempre pus minha felicidade na frente de qualquer mágoa que eu pudesse causar a terceiros. Embora seja assim, não me acho uma mulher infiel…pelo contrario! No meu caso eu penso que o me caracterizaria melhor seria egoísta. Fidelidade pra mim é cuidar. Isso eu sempre fiz. No entanto antes de ser fiel a qualquer pessoa, sou fiel a mim aos meus desejos. Nessa momento entra o meu egoísmo. Enfim…prefiro não me expressar em relação a isso. Nunca consigo me fazer entender. O tema deste post era qual mesmo? *lendo o inicio do texto* Ah, claro! rejeição.

Bom…sou filha única. Mimada desde a infância. Acostumada a ter tudo do meu jeito e no meu tempo. Ainda me é adversa a idéia de que a vida não é assim o tempo inteiro e que o mundo não gira ao meu redor (como meus pais me faziam sentir). Sou a típica criança mimada escondida no corpo de uma mulher arrogante.

Meu ego é infinitamente mais complexo que meu coração. As feridas deixadas nele só podem ser curadas por aqueles que as causaram.

  • 15th January
    2012
  • 15
Tem gente que diz que escrever é uma terapia, que a escrita faz bem e etc… Eu acho isso de uma hipocrisia tamanha. Me desculpem se eu ofender alguém, mas é que, pra mim, terapia é tudo aquilo que faz bem e ponto final. E quem escreve com a alma, sabe que escrever custa muito caro. As palavras não são bailarininhas de plástico, que a gente coloca numa caixinha musical, dá corda e as vê dançando. As palavras são perigosas, elas nos fazem refém. Escrever não é matar alguma coisa, deixar algo no passado. Escrever é dar vida às coisas mortas dentro de nós. Sabe criança, quando brinca com espíritos e depois fica com medo? É assim quando eu escrevo. Colocar em palavras todos os pensamentos, sentimentos e sensações que eu pretendia evitar. Enfio o dedo na ferida e a faço sangrar. Me vejo encarando os demônios que eu deveria evitar. E por mais que depois eu desligue o computador, aquelas coisa têm vida própria. Quando eu fecho a tela, as letras ficam dançando aqui, secretamente. E o meu estômago se revira, e a minha alma tem espasmos. E olha que a minha escrita é bem pobrezinha. Leio gente por aí que escreve bonito e difícil, mas eu não sei fazer isso. Escrevo do jeito que penso. Do jeito que eu sinto. Melancólica e simples, assim eu sou, assim as minhas palavras são, e também os meus pensamentos. Então vim aqui dizer do sofrimento que a escrita causa, e agora minha alma agoniza. Minha alegria ainda está aqui, mas eu a fiz sangrar porque felicidade nenhuma inspira qualquer artista por mais talentoso que este seja. Porque só assim eu posso escrever. Assim é a escrita, deliciosa e torturante. Nada terapêutico.

Tem gente que diz que escrever é uma terapia, que a escrita faz bem e etc… Eu acho isso de uma hipocrisia tamanha. Me desculpem se eu ofender alguém, mas é que, pra mim, terapia é tudo aquilo que faz bem e ponto final. E quem escreve com a alma, sabe que escrever custa muito caro. As palavras não são bailarininhas de plástico, que a gente coloca numa caixinha musical, dá corda e as vê dançando. As palavras são perigosas, elas nos fazem refém. Escrever não é matar alguma coisa, deixar algo no passado. Escrever é dar vida às coisas mortas dentro de nós. Sabe criança, quando brinca com espíritos e depois fica com medo? É assim quando eu escrevo. Colocar em palavras todos os pensamentos, sentimentos e sensações que eu pretendia evitar. Enfio o dedo na ferida e a faço sangrar. Me vejo encarando os demônios que eu deveria evitar. E por mais que depois eu desligue o computador, aquelas coisa têm vida própria. Quando eu fecho a tela, as letras ficam dançando aqui, secretamente. E o meu estômago se revira, e a minha alma tem espasmos. E olha que a minha escrita é bem pobrezinha. Leio gente por aí que escreve bonito e difícil, mas eu não sei fazer isso. Escrevo do jeito que penso. Do jeito que eu sinto. Melancólica e simples, assim eu sou, assim as minhas palavras são, e também os meus pensamentos. Então vim aqui dizer do sofrimento que a escrita causa, e agora minha alma agoniza. Minha alegria ainda está aqui, mas eu a fiz sangrar porque felicidade nenhuma inspira qualquer artista por mais talentoso que este seja. Porque só assim eu posso escrever. Assim é a escrita, deliciosa e torturante. Nada terapêutico.

  • 6th January
    2012
  • 06
Fade In…  Silêncio, as nuvens cerraram… o portão abriu, e o nevoeiro cansativo entrou… nada é simples, nada é silêncio, e tudo é vazio. De janelas fechadas deixa apenas o escuro ficar, não há luz, não há solidão. Tudo existe e apenas nada. Quando armas rebentam num grito surdo, e também quando a solidão parte para restar o vácuo da recordação. (E assim) torna-se tão simples de viver. É tão fácil abrir o portão para nada restar.
Silêncio, a chuva começando a cair… o portão fechou, e a imensidão do nada soou. Aquela força incomensurável que no vácuo consegue ser ouvida, enche a sala pequena de dimensões infinitas num estalido vibrante! E a surdez (também ela) partiu. Quem ficou? A força demorada de um minuto infinito calado. O amor desvanece-se tolhido na combustão fria da ignorância. Porque te foste… e nada restou.  Silêncio, eu permaneci… eu e o nada. E do nada subtraímos o tudo e o zero interminável voou com as asas escuras do destino, que também desejou retirar-se. Ficamos, eu e o nada, o tudo do descontentamento. Sobrou o peso de uma tempestade próxima, que também ela cansada, se deixou adormecer num recanto desta sala, e lá ficou, em pó transformada, a fazer-me companhia, esquecida de si, perdida em mim.  …Fade Out .

Fade In… 

Silêncio, as nuvens cerraram… o portão abriu, e o nevoeiro cansativo entrou… nada é simples, nada é silêncio, e tudo é vazio. De janelas fechadas deixa apenas o escuro ficar, não há luz, não há solidão. Tudo existe e apenas nada. Quando armas rebentam num grito surdo, e também quando a solidão parte para restar o vácuo da recordação. (E assim) torna-se tão simples de viver. É tão fácil abrir o portão para nada restar.

Silêncio, a chuva começando a cair… o portão fechou, e a imensidão do nada soou. Aquela força incomensurável que no vácuo consegue ser ouvida, enche a sala pequena de dimensões infinitas num estalido vibrante! E a surdez (também ela) partiu. Quem ficou? A força demorada de um minuto infinito calado. O amor desvanece-se tolhido na combustão fria da ignorância. Porque te foste… e nada restou. 

Silêncio, eu permaneci… eu e o nada. E do nada subtraímos o tudo e o zero interminável voou com as asas escuras do destino, que também desejou retirar-se. Ficamos, eu e o nada, o tudo do descontentamento. Sobrou o peso de uma tempestade próxima, que também ela cansada, se deixou adormecer num recanto desta sala, e lá ficou, em pó transformada, a fazer-me companhia, esquecida de si, perdida em mim. 

…Fade Out .